Conotos
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A trilha do seu desejo
percorre por minhas penas bambas, 
me abro para ti, abro meu coração
mas você faz questão de entrar e sair.

conotos:

“Odeio o gosto da saudade mas esta meus caros, é a única bebida que ando entornando, acredito que os bares tenham aderido a moda dos clichês, pois até as musicas me lembram você.”

Desabafos de um bêbado. 

(Source: conotos, via conotos)

conotos:

“Quem eras tu meu bem na madrugada fria escrevendo juras de amor declamando poemas, versos de tamanha maestria para um amor platônico que sequer sabia de tua existência enquanto tu achava na dor poesia e rasgava o peito para ver um amor que só na mente existia?”

— A.L. | Platônico

(Source: conotos)

conotos:

“A gente cresce e eles dizem: Estude e a gente estuda pra crescer Quando grande, eles dizem: Empreenda e empreendemos para ter Quando temos eles dizem: você precisa ser mais e quando somos eles dizem: você não acha que esta velho demais?”

— A.L. | Vai-dade

(Source: conotos)

conotos:

“De inicio queria que me dissesse cousas belas, cousas que fosse eu capaz de inteligir e nesta ânsia cega de te querer ouvir me deixei ir vagueando por entre as claves desta nossa historia sem saber que no seu calendário tudo se resumia a 1° de abril desculpe, feriu tolo fui eu que me te entreguei.”

— A.L | Nossa história é 1° de abril.

(Source: conotos)

conotos:

“Sou verso me fiz saudade saudade esta que rasgo quando faço poesia Meus dedos sangram ou sangro eu no verso que me sou saudade.”

— A.L. | Poeta de boteco.

(Source: conotos)

conotos:

“Namoro com o acaso tenho caso com a solidão namoro por acaso com meus casos de ilusão não caso por acaso caso case o meu coração pago as milhas de viagem se tu estender-me a mão.”

— A.L. | Cancioneiro.

(Source: conotos, via conotos)

conotos:

“Meu erro foi falar tua língua esquecer da minha pôr-te palavras a boca aonde nem letras existiam concretizar -te quando apenas rabisco era O meu erro foi achar que amava-me, o que eu queria de certo.”

— A.L. | Para nunca mais esquecer.

(Source: conotos, via conotos)

conotos:

“Vermelho é a cor da desgraça das putas, das putarias do peito, do corpo, da alma do desastre ao caos vermelho é a cor dos teus lábios vadios, do pecado carnal . Vermelho batom que te cobre a alma dispa a morte e ela terá sua aparência aparência rapariga que me mata de amores num bordel vermelho sangue de tua vagina que nos convida a entrar.”

Mônaco | Vermelhidão.

(Source: conotos, via conotos)

conotos:

“Ela carregava consigo um livro de paginas brancas. (Loucura achei) quando enfim a notei ler algo que nada escrito tinha, pergunto: Do que se trata? Responde: É a historia do vento cético, nada via, nada lia apenas observava as folhas claras. Pensei ser louca mas ela prosseguiu dizendo que nada havia pois o que não se vê, imagina e mesmo que branca a folha fosse cada dia ela tinha uma nova historia sua mente encarregava-se de toda a arte, de todo o drama que no papel se prendia. Em paginas brancas sua mente bailava sua imaginação saltava e novas estórias dali surgiam a menina andava com seu livro de folhas brancas para nunca esquecer de sonhar, pensar, imaginar.”

A menina do livro que nada tinha.

(Source: conotos)

conotos:

“Se amor não fosse sentimento ambíguo linha entre loucura e raciocínio não existiria a esquizofrenia de achar amor no vácuo ser. E não me basta muito pra dizer a diferença entre amor e doença é grande, mas quando se trata de doença de amor, eis o problema é crônico.”

A.L. | Amor crônico.

(Source: conotos, via conotos)

conotos:

“É só uma nova era de informação desinformada de juventude corrompida, alienada a televisão, ao computador a (des)educação. É só uma nova era disfarçada de protestos e tumultos onde o intuito se disfarça de destruição em massa onde jovens vão as ruas para confusão criar para derrubar um governo que não deve ficar mas por que se importar? Tudo esta como deveria estar a desinformação desenfreada aliena e trabalha para o comércio ilegal de pessoas e dinheiro.”

— A.L.

(Source: conotos, via conotos)

conotos:

“Chores para mim o canto do vento, que em teu silêncio grita ruidoso, quase inaudível. Pede para ele (O vento) em teu silêncio gritar, palavras soltas que te consolem a alma que morre surda no barulho abafado, de palavras amorosas.”

— A.L. | Foi-se no vento.

(Source: conotos)

conotos:

“Eu sou a própria confusão advim da loucura, do caos, da solidão. Sou misto saudade, vontade E sê eu, explosão explodo ou implodo no caos do meu próprio mundo ocular, inverso lá onde me sou verso e posso ser um misto meio doce, meio azedo mas nunca um todo, um inteiro.”

— A.L. | Sou eu ao meio.

(Source: conotos, via conotos)

Cartas

conotos:

Cartas rasgadas

Espalhadas pelo chão

Pedaços de histórias

Despedaçadas, esmiuçadas

Esquecidas, nossas.

Mônaco | 1960

(Source: conotos)

conotos:

“Não entenderam meus sussurros meus gritos ou o meu silêncio absurdo, surdos céticos não entendem que a falta de palavra fere feito ferro e mata a pauladas minha alma que morre calada com medo de incomodar.”

— Alexandre Lima | Sem incomodo. 

(Source: conotos, via conotos)